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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Líder do tráfico da RMC é preso enquanto tomava banho de revólver na casa da sogra

Arma apreendida pela polícia 

Um dos líderes do tráfico na região da Planta São Marcos, em São José dos Pinhais, foi preso na tarde da última segunda-feira (28), por policiais civis da delegacia local. Bruno César Matias, 25 anos, o “Petícula”, foi capturado enquanto tomava banho, no apartamento da sogra, na Colônia Rio Grande, por volta das 17h30. Com ele foi apreendido um revólver calibre 38, o qual ele levou para o banheiro, por medo, devido a estar sendo ameaçado.
Suspeito tomava banho quando foi preso

Segundo o delegado-titular da Delegacia de São José dos Pinhais, Gil Rocha Tesserolli, o homem tem contra si dois mandados de prisão por homicídio, além de ser foragido da Colônia Penal agrícola (CPA), em Piraquara. “Mas por ser um dos líderes do tráfico na região, há suspeitas da participação dele em muitos outros assassinatos”, contou.

O delegado explicou que por ter medo de ser morto por membros da gangue rival, “Petícula” costumava levar seu revólver até para o banheiro. Na hora em que ele foi preso, percebeu a chegada de policias e tentou esconder a arma no reservatório de água da descarga da privada. “Nossos policiais foram espertos e logo notaram que ele escondia algo e apreenderam o revólver municiado com seis projéteis”, contou Tesserolli.

O delegado disse que “Petícula” fugiu da CPA porque lá também fez desavenças. “Ele disse que teve que fugir, pois queriam matá-lo lá também”, contou Tesserolli.

Fonte: Banda B

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Comissão de Educação, Esporte e Lazer realiza reunião para debater gastos da Festa do Pinhão


A Comissão de Educação, Esporte e Lazer da Câmara, presidida pelo vereador Professor Abelino e composta pelos vereadores Lucia Stoco e Luiz Paulo, convidou o secretário municipal da pasta, Thiago Buhrer, para falar sobre o planejamento da Festa do Pinhão 2014. A reunião realizou-se na tarde desta quarta-feira (30). "Queremos nos inteirar dos gastos antes que eles sejam efetivados, fiscalizando assim, as atividades do executivo", disse Abelino.

Fonte: Câmara Municipal de São José dos Pinhais

Dr. Ido: “Dinheiro público é mal utilizado em SJP”


O vice-presidente do legislativo, vereador Doutor Ido, fez uso da palavra durante a sessão ordinária da Câmara, nesta terça-feira (29), para mostrar sua insatisfação em relação aos gastos públicos do município. O vereador falou sobre várias ações do executivo que, segundo ele, são incompatíveis com os recursos financeiros utilizados.

Ido destacou a posição de São José dos Pinhais em arrecadação – 2ª maior do estado e 37ª maior do país, e a discrepância no oferecimento de serviços públicos de qualidade. “Como um dos municípios mais ricos do Brasil não tem dinheiro para atender a comunidade, escolas, creches, hospital?” interrogou.

Especificamente, foi abordada por ele a construção do portal da antiga sede administrativa da prefeitura, com conclusão prevista para maio. “É praticamente uma meia parede que não tem nem janelas a um custo de quase 170 mil reais”. O vereador também comentou os recursos utilizados com a Festa do Pinhão que, segundo ele, extrapolam o aceitável. “A prefeitura usa sua estrutura durante três meses para realizar a Festa. No ano passado, foram gastos 1,5 milhão de reais e o lucro destinado à APAE foi de apenas 100 mil. Este ano, só os artistas contratados cobram um milhão de reais e a prefeitura é que vai pagar” disse.

Ainda, o vice-presidente questionou a compra de 60 toneladas de carne 21 toneladas de manteiga, publicado nessa segunda-feira (28). “O que eu não entendo é que nós, vereadores, discutimos durante três meses a extinção do cargo de preparador de alimentos por que, segundo o executivo, não havia local adequado para estoque e preparação das merendas e agora, compram essa quantidade enorme de gêneros alimentícios. Quero saber onde esses produtos serão estocados e como serão preparados, pois foi feito um convênio para o fornecimento e preparo de merenda com empresa terceirizada”.

Concordando com a opinião do Doutor Ido, o vereador professor Marcelo explicou a situação. “Também fiquei indignado com a compra dos produtos, já que o cargo de preparador de alimentos foi extinto. Por isso, procurei a diretora geral da secretaria municipal de educação que me informou que esta verba provém do governo federal, sendo exclusivamente destinada a compra de alimentos e, para não perdê-la, a administração fez essa compra por licitação. Após isso, foi solicitado às empresas que preparam a merenda que utilizassem a carne e manteiga adquiridas, sendo que o valor será abatido do recurso destinado, anualmente, a elas”, esclareceu Marcelo.

Para finalizar, Ido declarou ter estranhado a não adesão do município em programas federais, como o Mais Médicos. “A população reclama da falta de médicos e a administração não se cadastrou em nenhum programa. É um absurdo, pois vieram para o Paraná 717 profissionais pelo Mais Médicos e nenhum para São José dos Pinhais”, finalizou. Ido lembrou que, em nenhum dos casos citados por ele, houve avaliação e aprovação da Câmara Municipal.

Fonte: Câmara Municipal de São José dos Pinhais

1º Circuito Estadual de Vôlei de Praia dos Surdos 2014

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Lanchonete do Aeroporto Afonso Pena não tem nada de popular

Misto quente, por exemplo, deveria custar R$ 2,90, mas sai por R$ 3,30. Suco de laranja também tem preço errado 

As lanchonetes populares, criadas pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para apresentar uma opção mais econômica aos passageiros dos aeroportos brasileiros, estão cobrando mais caro do que deveriam. É o que constatou um levantamento feito pela Proteste em 14 aeroportos do país, nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Segundo a pesquisa, os estabelecimentos até cumprem as definições sobre os 15 itens tabelados — todos de consumo recorrente, como café expresso, água mineral e sanduíche natural —, mas extrapolam em outras ofertas.No Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, a lanchonete popular Rapid In tem cinco produtos sendo vendidos por valores acima dos determinados como teto pela Infraero, segundo a Proteste.

O misto quente, por exemplo, deveria custar R$ 2,90, mas sai por R$ 3,30. O único suco natural do cardápio, de laranja, tem o preço de R$ 4,00, enquanto, conforme a Proteste, deveria custar R$ 3,10. No Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, a empanada na lanchonete popular Palheta custa R$ 6,50, quase o dobro do preço cobrado na Kafe (R$ 3,60), uma lanchonete convencional. Em outros aeroportos, a Proteste descobriu uma fraude, com as lanchonetes populares cobrando mais por menos bebida do que o consumidor tem direito.

Fonte: Bem Paraná