
Setim Chico Meyer
Setim amava o “filho” Leopoldo e amava o “filho” Chico, e todos viviam num aparente mar de rosas.
Até que em 2008 Setim, o chefe do clã, bancou o filho legítimo, de sangue, e deixou na mão o filho político Leopoldo em nome do sonho da perpetuação do sobrenome na Prefeitura. Entre a falta de experiência e projetos mirabolantes, a candidatura Setim filho naufragou e levou a tiracolo a de Leopoldo, que perdeu a chance da reeleição para Ivan.
Veio 2010 e o “bastardo” magoado deu o troco, lançando-se para deputado federal (nas rodinhas políticas ele usava outro termo, trocando uma das letras “e” de “federal” por um “o”). Leopoldo dividiu o eleitorado, foi eleito e tirou votos do pai.
Na mesma eleição, Chico, até então quieto na história, convenceu outro “filho” político de Setim, Toninho da Farmácia, a não sair candidato a deputado estadual. Pois Chico não puxou os votos que Toninho certamente carregaria na dobradinha com o pai, e Setim, traído pelos dois filhos adotivos, foi obrigado se contentar com a suplência de deputado.
Eis que a turma toda se reencontra em 2012 e posa sorridente para fotos, jurando união numa frente de oposição ao atual prefeito. Mas as mágoas do passado ainda rondam, e a desconfiança reina na “família”. É um dos motivos de tanta indecisão sobre quem vai capitanear a nave na aventura eleitoral de outubro.
Será que a família conseguiria governar São José dos Pinhais em meio a tanta intriga?
Fonte: blogsjp
O povo estão de olhos aberto, a união dos adversários não cheira bem,podem fazerem o que quizerem,mas esconderem o crecimento,o progresso;principalmente a qualidade de vida,cada vez melhor,não será possivel a administração atual merece todo o respeito do povo de São José dos Pinhais e não vão deixar voltar atraz, nuca mais.
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